quarta-feira, 10 de março de 2010

Princípio, meio e atualização da cidadania

A marginalização de alguns segmentos da população mundial, teve um marco importante em 1948 quando da Declaração Universal dos Direitos Humanos que no seu artigo 1º:"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade".
O que vinha acontecendo com a discriminação da mulher, a marginalização dos africanos, indígenas e estrangeiros, com judeus e palestinos, intolerâncias religiosas, terrorismos e alguns outros eventos, teve o sofrimento diminuído com a Declaração cujo movimento iniciou-se em 1789 com a Declaração dos Direitos Humanos e do Cidadão que procurava o respeito, dignidade e identidade humana aos "menos favorecidos" que eram sumariamente excluídos de uma sociedade em crescimento.
Essa discriminação, teve origem na cultura Grega, com o surgimento da Filosofia, onde os homens em sua plenitude na atividade política e filosófica, eram tidos como os melhores impondo às mulheres e escravos uma subcondição humana.
Depois na Idade Média, a crença religiosa trouxe um valor moral inalienável a igualdade, na doutrina que todos os seres humanos são filhos de Deus e, portanto participam da mesma dignidade humana, sem distinção de nacionalidade, raça, cultura, gênero e de condição social, e que o próprio cristianismo acabou por justificar as desigualdades terrenas e trazendo à tona as desigualdades entre servos e senhores.
No Brasil, em 1988 com a Constituição, o conceito de cidadania tem na dignidade da pessoa humana sua maior racionalidade e sentido.

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